quinta-feira, 10 de dezembro de 2009



















As ervas são como fios azuis-esverdeados,
A amoreira deixa pender seus ramos verdes.
É o tempo em que se pensa no dia do regresso,
o momento em que a minha dor se torna insuportável.
Vento da primavera, não te conheço!
Por que entras pelas minhas cortinas de gaze?

Li Po

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